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Foto: Ricardo Yamamoto

Acervo CÉU

Guia Virtual
​Galeria Parque Minhocão

​Nossas boas-vindas

Você está no Guia Virtual da Galeria de Artes Parque Minhocão - Distrito Cultural Independente do Centro. Aqui você encontrará fotos, vídeos documentários, textos explicativos, entrevistas e outras informações sobre as artes que estão nas laterais de prédios e vigas da Via Elevado João Goulart, além de uma rica programação que é ofertada gratuitamente para o público como cinema, teatro e dança, entre outros projetos e ações que envolvem toda a rede de artistas e outras pessoas fazedoras e participantes desse território cultural da cidade. 

Faça parte e nos ajude a construir essa história. Participe cadastrando novas obras, galerias ou sugerindo correções, acesse Collab com o Museu

Apolo Torres
Apolo Torres
NINA, 2020

O mural foi feito para a campanha mundial "Educação Não É Crime" e se tornou um dos murais mais simbólicos da galeria. A obra leva o nome da filha de Apolo e foi levantado no mesmo período de ocupação das escolas públicas pelo Brasil, um contexto que o artista reforça que também é representado na obra.

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Ricardo Yamamoto

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Barroco
Barroco
NOME DA OBRA NÃO IDENTIFICADO

A artista Borroco tem diversas intervencões na cidade para as quais usa cascas de ovos com tinta para a sua realização

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Marina Wisnik
Marina Wisnik
O CÉU EM MEU ECO, 2021

O Céu Em Meu Eco é um dos políndromos de Marina Wisnik. A artista, cantora, compositora, atriz, escritora e arte-educadora presenteia a cidade com uma de suas "frases poéticas em espelho". Essa obra pode ser melhor contemplada quando vista pela perspectiva de quem está dentro da Praça Roosevelt.

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Coletivo: Os Tupys
Coletivo: Os Tupys
É PROIBIDO PROIBIR

A obra, bem como sua produção, faz referência ao tema do desfile do Bloco Baixo Augusta no mesmo ano.


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Bailon
Bailon
UM NOVO COMEÇO, 2018

Em um prédio de 15 andares, com spray e tinta sobre a parede, Bailon mistura cores e texturas numa obra que tráz um pouco de natureza para a selva de pedra.

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Hanna Lucatelli e Ryane Leão
Hanna Lucatelli e Ryane Leão
ARTE, RUA E POESIA, 2020

Nessa obra os contornos de Hanna Lucatelli se unem as palavras poéticas de Ryane Leão e dão forma a um dos murais mais fortes da galeria. O mural é um dos cinco que foram entregues pelo projeto #ContemporâneasVivara e em conjunto de outras artistas mulheres tem espalhado intervenções artísticas e mensagens pela cidade.

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7/70

NOME DO ARTISTA NÃO IDENTIFICADO
NOME DO ARTISTA NÃO IDENTIFICADO
NÓS AMAMOS O CENTRO

Em levantamento.

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Marcelo Barneiro
Marcelo Barneiro
NOME DA OBRA NÃO IDENTIFICADO

Em levantamento

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Paulo Ito
Paulo Ito
NOME DA OBRA NÃO IDENTIFICADO

Mural estampa a capa do livro "Litera Rua" do artista em que 10 escritores criaram poéticas a partir das imagens produzidas na rua pelo artista.

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Paulo Ito
Paulo Ito
NOME DA OBRA NÃO IDENTIFICADO

Em levantamento

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Kiki Cozz
Kiki Cozz
JA[NELAS] CURIOSAS, 2021

Numa latente referência a pop-art, personagens femininas foram retratadas pela artista num cotidiano de cidade grande. A obra também manteve pixos que já existiam na fachada do prédio.

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Apolo Torres
Apolo Torres
ONIPRESENÇA, 2016

Em levantamento

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OPINI
OPINI
TEBAS, O NEGRO ARQUITETO, 2020

Nessa obra, o coletivo OPINI, fundadores da Favela Galeria, dão uma pausa nos grafites na Zona Leste e homeageiam com um mural no Centro de São Paulo Tebas, o arquiteto negro, um personagem de grande importância na construção da arquitetura paulistana, como a Igreja Matriz da Sé e os projetos das fachadas do Mosteiro de São Bento.

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15/70

Graffitti
Graffitti
BOMB

Em levantamento

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16/70

Giu Cavinato
Giu Cavinato
TRANSFIGURADA, 2023

Um retrato da artista depois de um AVC, um modo da almase expressar com o corpo e o corpo com o mundo resultando numa pesonalidade transfigurada cheia de sentimentos turbulentos.

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Ciro Cozz
Ciro Cozz
MUNDO DELIVERY, 2023

Uma homenagem aos entregadores no centro.

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Loro Verz
Loro Verz
PROJETO RETROFI, 2018

Com azul, amarelo e branco o artista plástico, designer, cartunista e ilustrador traz um emaranhado de signos urbanos.

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Alibe Bispo
Alibe Bispo
CORES DE LÚPULO, 2022

Com 300 metros quadrados de cores fortes, Aline Bispo usa para essa obra 150 litros da primeira produção de tinta feita à base de lúpulo de cerveja no mundo, o que equivale a mais ou menos 450 long necks.

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Zézão
Zézão
NOME DA OBRA NÃO IDENTIFICADO

Zezão começou a grafitar nos anos 90 e foi desenvolvendo seu trabalho no subterrâneo, pintando em canais de esgoto, sistemas fluviais e outros pontos não notados no dia a dia, mas que o artista acha importante atrair o olhar para essas paisagens. 

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Graffitti
Graffitti
WIDSTYLE

Em levantamento

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Zézão
Zézão
NOME DA OBRA NÃO IDENTIFICADO

Zezão começou a grafitar nos anos 90 e foi desenvolvendo seu trabalho no subterrâneo, pintando em canais de esgoto, sistemas fluviais e outros pontos não notados no dia a dia, mas que o artista acha importante atrair o olhar para essas paisagens.

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Tecfase
Tecfase
O HOMEM URBANO, 2015

Concebido a partir de uma crítica à urbanização de São Paulo, o mural é um dos mais impactantes no passeio pelo elevado. Ele foi revitalizado em 2023, mas os prédios que estão sendo levantados na lateral estão cobrindo sua visão.

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Aline Bispo
Aline Bispo
NOME DA OBRA NÃO IDENTIFICADO

Convidade para homenagear a diversidade feminina e promovar a ocupação de espaços públicos por mulheres e meninas, Aline Bispo deixa o mural da cor do céu e representa simbolimos que representam o feminino.

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Tinho e Carlos Vergara
Tinho e Carlos Vergara
O.BRA, 2015

Em levantamento

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Pati Rigon e Renan Santos
Pati Rigon e Renan Santos
A ARTE RESISTE, 2017

(APAGADO) Estampando Linn da Quebrada, Raquel Vírginia e Assucena Assucena esse mural, apesar de apagado, continua vivo na história da comunidade LGBTQIA+. O mural se desdobrou para outras esferas, desde ações com ONGS e coletivos, até rodas discussões e gravação de videoclipe das artistas envolvidas.

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Rimon Guimarães
Rimon Guimarães
PINDORAMA, 2020

Esse mural do Rimon faz parte de uma série de outros desenhos que foram espalhadas pela América do Sul e central e que além da imagem propriamente, também faz uso de uma tinta que ajuda a purificar o ar, o equivalente à 750 árvores.

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Felipe Morozini
Felipe Morozini
EU SABIA QUE VOCÊ EXISTIA, 2020

Esse com certeza é o canto dos coraçoes apaixonados que passam pelo Minhocão. Desde pedidos de namoro à ensaios de casamentos, as frases de Morozini servem de acalanto para quem passa pelo gigante de concreto.

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Nitsche Arquitetos
Nitsche Arquitetos
CORPO CIDADE, 2022

Reflexão sobre o espaço e o corpo no contexto do Centro de São Paulo, sua degradação e novas possibilidades de renovação e ressingnificação.


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Nitsche Arquitetos
Nitsche Arquitetos
CORPO CIDADE, 2022

Reflexão sobre o espaço e o corpo no contexto do Centro de São Paulo, sua degradação e novas possibilidades de renovação e ressingnificação.


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Ricardo Yamamoto

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Felipe Morozini
Felipe Morozini
VOCÊ ME FAZ MELHOR, 2022

Nessa frase Felipe Morozini deixa de lado seu padrão preto e branco e mergulha suas frases sutis e gentis no roxo.

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Felipe Morozini
Felipe Morozini
EU ME VEJO EM VOCÊ, 2020

Famoso por suas intervenções de afeto, esse foi o primeiro mural do artista.  Morozini também é um dos nomes mais importantes na defesa por deixar o Minhocão de pé. Essas e outras frases podemos ser encontradas no decorrer do caminho da galeria parque.

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Andre Hulk
Andre Hulk
HAMAW - O FILHO DO GUARANÁ, 2022

Para o artista o mural é "um ato de luta e resistência da cultura indígnea". Usando somente tinta latéx, Hulk tráz como referência Hamaw-Him, indígena da etnia Sateré Mawé, e tenta resgatar a importância da passagem de conhecimento a partir deste fruto. O artista considera como inspiração essencial os sete dias que passou na aldeia Inhaã-, no Amazonas.

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Pardal
Pardal
ARARINHA-AZUL, 2021

Nessa obra Pardal convida a sociedade a refletir sobre a importância da proteção da diodiversidade brasileira, retratando a ararinha-azul, considerada em extinta desde 2000.

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Robinho Santana
Robinho Santana
ALGO SOBRE NÓS, 2021

Nessa obra o artista propõe uma reflexão sobre a importância da educação e do conhecimento, "seja acadêmico, popular ou ancestral como alicerce para construção de uma sociedade mais justa e igualitária".

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Denilson Baniwa
Denilson Baniwa
AUTORRETRATO, 2021

Nesse mural o artista Denilson Baniwa, ativista das causas indígenas, expande em 30 metros de altura uma de suas obras, representando uma junção dos elementos naturais da floresta e os materiais da cidade grande. 

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Consp
Consp
O NÃO-LUGAR, 2021

A arte faz parte da série Estudos Sobre o Silêncio, que retrata a experiência de um negro nascido na periferia de São Paulo.

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Ricardo Yamamoto

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Soberana Ziza
Soberana Ziza
NA TERRA ESTÁ A NOSSA ANCESTRALIDADE, 2021

Na obra a artista representa as mulheres de sua vida e defende a nutrição do feminio pela terra.

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Nós Artivistas
Nós Artivistas
SILÊNCIO É APAGAMENTO, 2020

A intervenções artística foi a segunda de uma série de protestos que iniciaram após o assassinato de João Alberto Silveira Freitas em uma rede de supermercados.

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Mag Magrela
Mag Magrela
UM CÉU DE ANIL SURGIU, 2020

Um mural em comemoração a queda do muro de Berlim e os 30 anos da Reunificação Alemã.

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Ricardo Yamamoto

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NOME DO ARTISTA NÃO IDENTIFICADO
NOME DO ARTISTA NÃO IDENTIFICADO
FREE FIRE, 2021

(APAGADO) A obra entra no histórico das artes de rua ilegais. A lei Cidade Limpa, sancionada em 2006, buscou diminuir a propaganda na cidade e rebate na arte urbana, uma vez que nenhuma intervenção artística pode fazer menção a marca. No caso dessa obra, especificamente, a capa do game Free Fire e levou uma multa de 595 mil reais.

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Nós Artivistas
Nós Artivistas
TODO NEGO É NEGO VILA, 2020

A intervenção homenageia Wellington Copido Benfati, mais conhecido como "NegoVila Madalena", artista plástico, rapper e skatista. NegoVila foi assassinado na noite do dia 28 de novembro de 2020, por um tiro disparado pelo sargento PM Ernest Decco Granaro, 34 anos, que foi preso em flagrante por homicídio.

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Criola e Diego Mouro
Criola e Diego Mouro
NELSON MANDELA, 2018

Cores em tons quentes homenageiam um dos maiores ícones na luta por igualdade e liberdade, Nelson Mandela. O mural é uma produção da South African Tourism em comemoração ao centenário do líder mundial.

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Henrique EDMX Montanari
Henrique EDMX Montanari
"ελευθερία" 2021

ελευθερία é liberdade em grego. O mural em grafite foi levantado pelo artista em comemoração aos 200 anos da independência Grega e Brasileira.


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Laerte
Laerte
NOME DA OBRA NÃO IDENTIFICADO

Larte, conhecida hoje como uma das maiores cartunistas e chargistas do Brasil  entregou seu primeiro mural por meio da Mostra Brasileires, que entregou 6 empenas na Galeria Parque Minhocão. Sobra a obra, a artista ressalta que "gosta de desenhar mundos" e preferiu não intitular a obra.

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Marcia Tiburi, Catarina Gushiken e Fernanda Bueno
Marcia Tiburi, Catarina Gushiken e Fernanda Bueno
O VÓRTICE, 2021

Nessa obra a filosofia de Márcia Tiburi se une a ancestralidade e caligrafias corporais de Catarina Gushiken projetadas no corpo em movimento de Fernanda Bueno, criando assim "o vórtice",  um útero infinito que abriga todos os universos.

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Marta Oliveira
Marta Oliveira
METAMORFOSE, 2021

Em levantamento

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Ricardo Yamamoto

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Coletivo: Nós Artivistas
Coletivo: Nós Artivistas
#ABAIXO, 2016

Em uma intervenção coletiva e em protesto  ao retrocesso que se avançou em 2021, o coletivo Nós Artivistas repetiu 10 vezes a palavra #Abaixo, convidando a sociedade a dar seu grito de indignação também. Ao lado, uma homenagem ao mês do orgulho LGBT, onde artistas foram escorrendo tinta a partir da interação do público no digital.

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Sandro Akel
Sandro Akel
O SALTO, 2021

Em 420m², o artista que já emplaca suas produções artísticas há mais de 30 anos, imprime no Minhocão uma de suas obras mais importantes, prevalecendo a convergência entre artes visuais e tecnologias.

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Rogério Pedro e Carlinhos Brown
Rogério Pedro e Carlinhos Brown
A NATUREZA TEM NOS ATURADO, 2021

Nessa obra que compõe a Mostra Brasileires, que emplacou 6 murais na Galeria Parque Minhocão, o artista plástico Rogério Pedro retrata com o rosto do multiartista Carlinhos Brown um pedido de reflexão sobre a nossa relação com a natureza.

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Aline Bispo
Aline Bispo
SALVE, LÉLIA, 2021

Aline Bispo e suas produções temáticas cruzando a miscigenação brasileira, gênero, sincretismos religiosos e etnias homenageia Lélia Gonzáles em sua colaboração para a Mostra Brasileires. Para a artista visual Lélia é uma das mais importantes intelectuais brasileiras do século XX. A família de Lélia também participou dos diálogos envolvendo a produção da obra.

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Ricardo Yamamoto

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NOME DO ARTISTA NÃO IDENTIFICADO
NOME DO ARTISTA NÃO IDENTIFICADO
CYBERPUNK, 2020

A obra entra no histórico das artes de rua ilegais. A lei Cidade Limpa, sancionada em 2006, buscou diminuir a propaganda na cidade e rebate na arte urbana, uma vez que nenhuma intervenção artística pode fazer menção a marca. No caso dessa obra, especificamente, a capa do game Cyberpunk 2077 e levou uma multa de 410 mil reais.

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Snek
Snek
BASQUIAT, 2022

Nessa obra Snek homenageia o artista de rua mais consagrado na história da arte urbana, Jean-Michel Basquiat.

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Ricardo Yamamoto

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Marcela Scheid
Marcela Scheid
TODO RECOMEÇO NASCE DE UM INCÔMODO, 2023

Artista visual, designer e escritora, Marcela Scheid pintou uma de suas artes digitais no concreto da cidade e com isso tem proposto imediata para quem passa por ali.

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Guilherme Couto

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Nitsche Arquitetos
Nitsche Arquitetos
EMPENA VIVA, 2015

Retratando o cotidiado de um edifício, Empre Viva levou cinco dias para ficar pronta. Com 10 metros de altura e fazendo uso de uma técnica de tinta e máscara adesiva, esse é um dos murais mais antigos da galeria Parque Minhocão

Foto:

Guilherme Couto

Acervo CÉU

61/70

Speto
Speto
NOME DA OBRA NÃO IDENTIFICADO

Essa obra é inspirada no cordel nordestino e na xilogravura

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Ricardo Yamamoto

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62/70

Hanna Lucatelli
Hanna Lucatelli
NOME DA OBRA NÃO IDENTIFICADO

Em levantamento

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Ricardo Yamamoto

Acervo CÉU

63/70

MIA e Vismoart
MIA e Vismoart
OLHAI POR NÓIS, 2021

Compondo um dos 6 murais para a Mostra Brasileires, MIA e Fernanda Vismoart são um casal de artistas pixadores que usam sua arte para dar visibilidade a assuntos que pela vivência pessoal deles são ignorados pelo mercado da arte, que eles colocam como indutor de "...um sistema de apartheid cordial, segregando a arte aos espaços de elite...".

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Ricardo Yamamoto

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64/70

Joana Lira
Joana Lira
HOJE NÃO VÃO ME FERIR, 2021

Em levantamento

Foto:

Ricardo Yamamoto

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65/70

Jey 77
Jey 77
NOME DA OBRA NÃO IDENTIFICADO

Em levantamento

Foto:

Ricardo Yamamoto

Acervo CÉU

66/70

Guidtati
Guidtati
NOME DA OBRA NÃO IDENTIFICADO

Em levantamento

Foto:

Ricardo Yamamoto

Acervo CÉU

67/70

Kobra
Kobra
A MÃO DE DEUS, 2020

Mural autobiográfico insipirado em um momento dificil para o artista. Kobra exemplifica a importância dessa pintura em um momento em que Deus o estendeu a mão. Por isso ele chamda de uma obra autobiográfica.

Foto:

Ricardo Yamamoto

Acervo CÉU

68/70

Jean Wyllys
Jean Wyllys
NÓS, 2021

A Mostra Brasileires foi um diálogo acontecido às vésperas da comemoração do centenário da semana de arte moderna que juntou Artivistas para registrarem 6 empenas no Minhocão. Jean Wyllys, na época em exílio, levou um respiro de alívio com a obra "Nós", segundo ele simbolizando um "mosaíco do que faz São Paulo tão especial".

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Ricardo Yamamoto

Acervo CÉU

69/70

Sapatintas
Sapatintas
VÊNUS, 2021

Sapatintas é um coletivo de 2 e nesse primeiro mural levam seus contornos delicados e textura em tons pastéis, geralmente pintados nos muros e paredes das casas da cidade, para a empena cega gigante que a lateral do Bê Hotel evidencia.

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Ricardo Yamamoto

Acervo CÉU

70/70

Obras/Artistas:

Arraste para o lado para ver todas as obras
Minhocão Subway

Vídeos da galeria

Mostras Brasileires

13 artistas, 2020/2021

Apenas Pense

Arnaldo Antunes

Eu era outro lugar

Felipe Morozini

Eu sabia que você existia

Felipe Morozini

Eu me vejo em você

Felipe Morozini

Rio Anhanguera 

Zezão

Mostra Link

Diversos artistas/estudantes 

  • O Elevado Presidente João Goulart, atualmente mais conhecido como Galeria Parque Minhocão, é um dos principais corredores lineares de Artes Urbanas do mundo e, junto com o Beco do Batman, foi um dos primeiros espaços públicos no Brasil dedicados ao graffiti a integrarem o CÉU - Museu de Arte a Céu Aberto - a serem reconhecidos como Pontos de Memória pelo Ibram - Instituto Brasileiro dos Museus/Ministério da Cultura - MinC, em junho de 2023.
     
    A Galeria Parque Minhocão atualmente expõe cerca de 70 obras em laterais ou fachadas de grandes edifícios com grafittis autorizados e orgânicos, além de intervenções  em outros suportes como a própria via do elevado, sua mureta central, postes e lixeiras. Recebendo também diversas exposições flash mob e outras mostras de artes com uma rica variedade de técnicas e linguagens que vão da dança ao cinema.
     
    O movimento também acontece de maneira mais efêmera e frenética nas mais de 70 pilastras de sustentação do elevado adentrando o túnel de acesso via a Radial Leste - Praça Roosevelt, formando o "Minhocão Subway”. 


    Acreditamos que ações sociais e locais como a da Galeria Parque Minhocão, promovidas por artistas, coletivos e outras pessoas engajadas pelo "direito à cidade" , produzem o desenvolvimento de comunidades mais inclusivas, seguras, resilientes e sustentáveis.


    O Elevado foi inaugurado em 1971 e homenageava o 27º Presidente do Brasil, o segundo do período da Ditadura Militar, "Costa e Silva". No seu governo foi decretado o AI-5, iniciando a fase mais dura e brutal do regime ditatorial militar, com o fechamento do Congresso Nacional, cassação de políticos e institucionalização da repressão, em resposta ao aumento da oposição ao regime. Essa repressão ocorreu por meios legais e ilegais, como torturas contra a população civil. Algumas das respostas vieram do movimento estudantil, com singular atenção para o pixo de autoria desconhecida "ABAIXO A DITADURA” espalhado durante a passeata dos Cem Mil no Rio de Janeiro por muros e monumentos.


    Isso antecede as intervenções da "geração Alex Vallauri" que a partir de 77 tomou muros e paredes icônicas da cidade, transgredindo com artes clássicas e com o status quo da sociedade, iniciando um movimento marginal que hoje coloca o Brasil entre os principais polos de Artes Urbanas do mundo.
     

    • As estações de metrô mais próximas são: República, Marechal Deodoro e Santa Cecília, que também é um terminal de ônibus

    • As principais ruas do entorno e vias de acesso são: Largo Padre Péricles, Avenida Francisco Matarazzo, Avenida General, Olímpio da Silveira, Praça Marechal Deodoro, Avenida São João, Rua Amaral Gurgel e Praça Roosevelt

    • O Minhocão tem 3,4 quilômetros de extensão,  2.500 metros de via principal, 900 metros de acessos e 514 vigas

+2 milhões de pessoas

Visitam a Galeria Parque Minhocão ao ano

70 mil veículos

Circulam diariamente pela Galeria Parque Minhocão

864 postos de trabalhos temporários

Entre 2015 e 2023 cerca de 864 pessoas foram empregadas diretamente na produção de trabalhos artísticos na região

Economia Criativa

O comércio local destaca maior atividade econômica com a presença dos visitantes e frequentadores da Galeria Parque Minhocão

Requalificação do Espaço Público

As instalações das obras de artes promovem a requalificação de arquiteturas hostis como muros e paredes inertes que são transformados em lugares de expressão artística e bem viver 

Impacto da Arte Urbana na Região

Faça os Tours Educativos e conheça as Galerias de Artes Urbanas

Você será conduzido(a) a uma imersão no universo de artistas e suas criações nos espaços públicos. Além disso, você terá a experiência única de fazer um workshop de grafitti.